"BOXING GYM", outra espécie de "bailado", principalmente de pés e mãos, pontuado pelo obsessivo som do matraquear das bolas e dos sacos de treino, em contraponto com as conversas que nos revelam infelizmente a existência de mundo pouco recomendável fora das quatro paredes daquele ginásio. A visão humanista do que poderia ser aquele país, se nele houvesse democracia e aquela multiplicidade de sensibilidades, de culturas, de cores de pele pudessem construir uma sociedade sem desigualdades. Frederick Wiseman, o famoso documentarista norte-americano, utiliza o contraponto, como uma imagem de marca, entre aquela actividade no ginásio, por vezes frenética, e as imagens, muito belas, da cidade, em silêncio, que o rodeia.
E NÃO É QUE O JOSÉ BARATA MOURA PATROCINOU A VENDA DE UM LIVRO MEU...
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Na tarde de sábado, na Festa do Livro, fizemos uma viagem «do fungagá ao
materialismo dialéctico» e eu, claro, fui um atento passageiro.
Na conversa,...
Há 1 dia